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domingo, 15 de junho de 2014

POST 161/2014 - AVENTURAS EM UM CLASSE G



Olá... Terça-feira e me bateu um enorme espírito de aventura ao ver passar por mim um carro 4 x 4 todo incrementado e pronto para encarar uma estrada de terra com muitos obstáculos... Neste momento decidi trazer o tema para o Blog, mas como não houve tempo de registrar o referido carro, montei um cenário em "laboratório" tentando reproduzir uma travessia em local inóspito, como acontece na vida real.

O modelo acima reproduzido  é um Mercedes-Benz Classe G 55 AMG 4x4 Utilitário Esportivo Gasolina 5.4 24 V Automático Sequencial 4 Portas 2009.   O Mercedes-Benz Classe G ou G-Wagen (como era chamado 1979-2014 em algumas áreas), abreviação de Geländewagen (ou veículo cross-country), é uma unidade completa em tamanho e luxo, um veículo utilitário esportivo (SUV),  produzido pela Steyr-Puch (agora Magna Steyr) na Áustria e de fabricação da Mercedes-Benz. 

Originalmente o Classe G foi desenvolvido como um veículo militar após uma sugestão do Xá do Irã (na época um grande acionista) para Mercedes e oferecido como uma versão civil em 1979. Neste papel é por vezes referido como o "Lobo" e LAPV Enok.. O G-Class foi vendido sob o nome de Puch em certos mercados, e como Peugeot P4  sendo uma variante feita sob licença, com um motor Peugeot e diferentes partes.

O G-wagen é caracterizado pelo seu estilo quadradão e por ter sua montagem em separado, o corpo de sua rígida estrutura, que suporta o sistema de transmissão. Ele usa três diferenciais de bloqueio, totalmente independente,  um dos poucos veículos a ter tal característica. 

Apesar da introdução de um novo modelo, onde se pretendia substituí-lo, o monobloco SUV Mercedes-Benz Classe GL,  em 2006, o Classe G ainda está em produção e é dos modelos de mais longos duração de produção da Mercedes-Benz na história da Daimler, com um período de 32 anos.Somente o Unimog (linha de caminhões) possui maior tempo de produção. 

Há pessoas que são simplesmente fascinada por veículos como este, eu particularmente os admiro, contudo eles não são o meu sonho de consumo.  Acho que ainda prefiro o asfalto do que as estradas de chão e com obstáculos a serem transpostos.  Meu lado urbano, acaba por falar mais alto, mas quem sabe um dia...

Até a próxima,
                       Amo vocês,
                                          Marcel Peixoto.






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