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sábado, 13 de setembro de 2014

POST 244/2014 - UMA ALIANÇA PARA A VIDA


1º de setembro de 2014

Olá... Iniciando o mês de setembro e coincidentemente numa segunda-feira, tudo de bom!!!  O dia de hoje também é muito especial para mim e para minha esposa, afinal há 26 anos, neste mesmo 1º de setembro, contraímos núpcias.   Não gosto muito deste termo "contrair núpcias", parece algo relacionado a doenças, algo com uma conotação negativa, contudo é o usual.  O que posso dizer é que depois de 2665 dias de relacionamento até a data do casamento, eu já estava completamente contaminado pelo vírus do amor.

Baseado nesta contradição linguística, fui pesquisar os possíveis significados da palavra "contrair" e o sinônimo mais adequado para a ocasião, que encontrei  foi "assumir".  Assumir núpcias me parece bem apropriado, pois ao casarmos assumimos o desejo de compartilhar nossa vida com o outro e vice-versa, assumimos a responsabilidade de construir uma nova família, assumimos perante aos nossos familiares, amigos e principalmente perante a Deus o dever de zelar para que este relacionamento cresça e se solidifique com o tempo.

Ledo engano, pensar que a euforia das primeiras semanas perdurará para sempre. As dificuldades certamente aparecerão e são com elas que vem o aprendizado.  São estes momentos que testam a nossa resiliência, a nossa determinação, o nosso amor. num sentido bem mais abrangente que o calor da paixão inicial.  A vida é muito bela e se soubermos aproveitá-la, fica ainda melhor, mesmo com as pedras do caminho, seguimos em busca da felicidade  e com o passar do tempo, descobrimos que ela está nos pequenos momentos, que a vida nos proporciona.

Mas já filosofei demais por hoje... Lembrando do dia do meu casamento, tenho uma história interessante para contar e que poucas pessoas sabem. Por pouco eu não deixei minha esposa plantada no altar... Estranho?  É isso mesmo, quase faltei ao meu casamento. 

Na época do meu casamento, meu pai já era falecido e eu morava com a minha mãe, meu irmão era nosso vizinho, morava quase em frente a nossa casa. Ele estava tenso porque entraria com a madrinha da minha esposa e ficaria com a minha mãe (que entraria comigo na igreja) no altar.  Pois bem, o casamento estava marcado para às 20 horas de uma quinta-feira e minha mãe resolveu se arrumar fora de casa e de lá  ir direto para a igreja, logo fiquei em casa sozinho.

Um pouco antes das sete, fui tomar o meu banho...  A porta de nossa casa era antiga e tinha uma portinhola, que se aberta, permitia quem estava de fora colocar o braço e abrir a porta com a chave por dentro.   Normalmente deixávamos aberta, pois meu irmão ia sempre lá e foi o que aconteceu... 

No meio do meu banho ele entrou e bateu na porta do banheiro,  pois queria que eu o visse de terno, todo arrumado... Saí do box e abri a porta para ele entrar... O vi arrumado, o elogiei e ele foi embora ansioso e satisfeito.  Quando terminei o banho e fui sair do banheiro e descobri que estava preso, isso mesmo: preso.  Ele ao sair, automaticamente trancou a porta com o trinco que havia por fora e nem percebeu... 

Entrei em pânico!!!  Tentei arrombar a porta, mas não obtive nenhum sucesso... O tempo ia passando e meu desespero aumentando.  Comecei a gritar por ele e pela esposa dele, que na época, coincidentemente, tinha o mesmo nome da minha... mas meu esforço era em vão. Alguém deve estar pensando, que eu poderia ligar ou mandar uma mensagem do celular, pois hoje seria fácil, mas naquela época nem telefone fixo tinha na casa e celular nem havia sido inventado.

A essa altura eu já estava mais molhado de suor do que do banho e rezava por um milagre, até que ele realmente aconteceu. Um amigo que era padrinho do casamento, resolver passar na minha casa para deixar o presente e me ouviu gritando, agora já em desespero... Ao perceber a sua presença, gritei para ele enviar a mão pela portinhola abri a porta e me libertar...  Foi assim que, com o coração na boca, consegui chegar na igreja 5 minutos antes que a noiva... Foi muita emoção para um dia só.

Assim firmamos a nossa aliança para uma vida a dois. E para ilustrar o Blog, fotografei, no dia de hoje, nossas alianças, que não são as do casamento (que eram fininhas), mas a de 20 anos de casados. 

Até a próxima,
                        Amo vocês,
                                           Marcel Peixoto





domingo, 24 de agosto de 2014

POST 227/2014 - UM CURSO EM MILAGRES

15 de agosto de 2014

Olá... Nesta sexta-feira, busquei um livro em minha estante para reler algum trecho e acabei por encontrar um livro muito especial para mim: Um Curso em Milagres.  Como o referido livro é uma lição de bons sentimentos, para compor a foto do Blog, utilizei uma série de pulseira, que presenteei a minha esposa, que trazem palavras que refletem coisas positivas, como Amor, Felicidade, Família, Esperança e Amizade.   

Seu título,  vem explicado de uma forma muito diferente do que encontramos tradicionalmente, vejam abaixo:         

UM
Significa que é um, entre milhares de outros.

CURSO
Significa o caminho, ou no sentido do curso ou trajetória a ser percorrida.
Significa também, o meio pelo qual se obtém o aprendizado.

EM
Significa que a direção do curso, está voltada, para o estado em que os milagre
 são naturais.

MILAGRES
São sinais naturais de perdão, representam a libertação do
medo, restauram a santidade da mente. Fazem com que as mentes sejam uma só em Deus. Dependem da cooperação, porque a Filiação é a soma de tudo o que Deus criou.

Um Curso em Milagres é um material ditado entre 1965 e 1973 por uma "voz interior" para a psicóloga americana Helen Schucman. A obra em três volumes que reproduz esse ditado foi publicada em 1975 e tornou-se um clássico espiritualista que inspira e conforta pessoas de todos os credos há mais de trinta anos.

O Curso é um estudo fascinante das verdades eternas, que oferece um caminho inigualável para a transformação pessoal. Sua principal mensagem de amor e paz universais é a rejeição da culpa e a aceitação do perdão. Em essência, não se trata de uma obra religiosa, mas de um sentimento espiritual que, pela sua natureza ecumênica, tem cativado milhões de pessoas ao redor do mundo todo.

As meditações inspiradas em trechos de Um Curso em Milagres são verdades universais cheias de sabedoria, que proporcionam conforto e esclarecimento, além de serem um convite à reflexão. As meditações deste livro foram organizadas por tema e divididas em oito tópicos. Ele pode ser lido do começo ao fim, aberto numa página ao acaso ou consultado por meio do índice remissivo, que remete o leitor diretamente para o assunto de seu interesse.

Muito resumidamente, o livro faz uma distinção entre o Amor e o Medo, entre o real e o Irreal:

"Nada real pode ser ameaçado.
Nada irreal existe.
Nisso está a paz de Deus".

"A crença produz a aceitação da existência, É por isso que tu podes acreditar em algo que ninguém mais pensa que é verdadeiro. É verdadeiro para ti porque foi feito por ti.  
Todos os aspectos do medo são inversíveis, porque não existem no nível criativo e, portanto, absolutamente não existem.  Qualquer que seja a extensão da tua disponibilidade para submeter as tuas crenças a esse teste, nessa mesma extensão as tuas percepções são corrigidas.  Para separar o falso do verdadeiro, o milagre procede nestas linhas:"

"O amor perfeito exclui o medo,
Se o medo existe,
então, não há amor perfeito.
Mas,
Se o amor perfeito existe,
se há medo,
ele produz um estado que não existe.

Acredita nisso e tu será livre.  Só Deus pode estabelecer essa solução  e essa fé é o Seu dom."

Como podem perceber, é um livro altamente filosófico, mas se conseguir entrar na sua sintonia, certamente há de se crescer enormemente como ser humano, sem falar nos 365 exercícios (pelo menos um por dia, em um ano)  que trabalham todos esses sentimentos dentro de nós, é  no mínimo uma experiência espetacular.

Até a próxima,
                       Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.  


segunda-feira, 31 de março de 2014

POST 089/2014 - VAMOS BRINDAR? SALUTE!!!


Olá... Nada como um domingo para saudarmos uns aos outros... O domingo ficou consagrado ao encontro familiar, ao encontro com os amigos e também ao encontro com novos amigos e foi pensando em tudo isso que cliquei o abridor acima, o qual trago para o Blog hoje.  Esta peça  já está na família há mais de 40 anos e ainda deverá chegar a próxima geração.

O abridor acima traz em alto relevo em sua superfície (e em ambos os lados) o brinde, que para nós é "Saúde", só que em várias línguas, como se brindássemos com o Mundo: Salute (Itália), Salud (Espanha), Sante (França), Kan Bei (China), Skal (Suécia e Dinamarca), Cheerio (Inglaterra), Prosit (Alemanha), Kia-ora (Nova Zelândia), Here's to you (EUA), Kasôgta (Groelândia), entre outras que não consigo transcrever pela dificuldade de não ter as letras no computador.

O brinde é, por definição, o ato de beber a saúde de alguém. Em diferentes culturas e civilizações, as pessoas confraternizam e comemoram bebendo, sendo esta uma antiga tradição dos homens.  Brindar, erguer um brinde, este é um gesto que se tornou comum e repetimos inúmeras vezes ao longo de nossas vidas. Brindamos não somente  à saúde, mas às conquistas, aos encontros e reencontros, às celebrações e, principalmente, à alegria! 

Sabemos que na sociedade contemporânea, brindar é um gesto elegante de expressar a satisfação de compartilhar um momento, mas a história está repleta de fatos curiosos sobre a tradição de brindar.

Para os romanos, brindar era uma forma de misturar as bebidas: o choque entre as taças transferia o líquido de uma para a outra, significando uma estratégia para evitar o envenenamento e por acreditarem que com o próprio impacto,  o veneno se depositaria no fundo da taça. 

Na Grécia antiga, a exclamação “saúde!” significava a promessa de que a bebida não estaria envenenada, enquanto que em outras culturas, o brinde durante a refeição utilizando da mesma saudação, era pela precariedade na conservação dos alimentos:  frequentemente as pessoas adoeciam por causa da comida.

Alguns dizem que o som da batida das taças veio para completar os outros quatro sentidos já envolvidos na degustação de uma bebida.

A tradição diz que é importante beber após o brinde, mesmo que se esteja bebendo água, pois fica deselegante devolver o copo à mesa sem completar o gesto. Outros mais radicais praguejam que brindar sem beber, traz sete anos sem poder.

O importante de tudo isso é que nos  acontecimentos mais importantes de nossas vidas há de se ter um brinde.  Em almoços e jantares íntimos, casamentos, batizados, vitórias, pelas amizades ou mesmo por momentos simples de alegria, as pessoas costumam pedir algo para beber, levantar os copos e saudar-se antes de, com saliva na boca e com felicidade no coração, dar o primeiro gole.

Mas ao beber, seja consciente e beba com moderação e claro, se beber não dirija.

Até a próxima,
                        Amo vocês,
                                          Marcel Peixoto.