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domingo, 29 de dezembro de 2019

POST 295/19 - O SENTIDO DA VIDA



Olá... No último domingo do ano de 2019, coincidentemente a exatos 5 anos sem publicar nenhum Post, senti a necessidade de voltar a escrever, principalmente depois que, ao mexer em alguns papéis antigos, encontrei uma mensagem intuída no ano de 1994.   Essa mensagem apesar de já ter 25 anos, ainda se faz atual pelo assunto abordado - O Sentido da Vida.

Esse questionamento independe de qualquer crença, quem nunca se perguntou isso?  A mensagem abaixo, refleti o meu entendimento sobre o tema.


"Qual seria o real sentido da vida, senão servir?

Muita vezes, ou melhor, na grande maioria das vezes, esquecemos ou simplesmente não pensamos sobre o sentido de nossas vidas.  Por que existimos? O viemos fazer nesse planeta? Ao que se deve essa existência?  perguntas como estas, deveríamos fazer-nos todos os dias e refletindo, buscar um melhor entendimento das situações e acontecimentos ao nosso redor e conosco.

Quando buscamos entender as coisas, que a princípio se ocultam a nossa frente, deixamos para trás as trevas da ignorância e nos abrimos à luz do conhecimento.  Contudo para isso pagamos um preço, e esse preço pode ser alto, pois juntamente com o conhecimento, ganhamos a responsabilidade sobre nossos atos.

Possuímos o livre arbítrio para agirmos de acordo com nossas consciências, contudo quando vislumbramos um pouco mais a frente, deixamos de lado a forma simplista que os ignorantes têm de ver as coisas.

A primeira coisa a ser descartada é o acaso. Se acreditarmos em uma força superior, onipotente, onisciente e onipresente, não podemos aceitar a hipótese de coincidências.  nada acontece sem uma razão de ser.  A forma que vamos encarar a situação, aí sim, vai depender de cada um, pois escolhemos o caminho a seguir.

Há de se ter cuidado, pois aquele caminho que hoje parece ser mais longo e nebuloso, pode não ser. Constantemente vimos o mundo pela ótica material e egoísta da ignorância, sem consultarmos o coração, sem deixar que nossa intuição nos guie, sem darmos espaço ao Amor, que é o sentimento que mas nos aproxima do Ser Supremo.

De uma forma sintética, podemos afirmar que viemos a este mundo para nos tornar Deus. Não como Ele, mas Ele. Na verdade já o somos porém não cremos nisso, colocamos o poder, a maestria, fora de nós e nos enfraquecemos. Somos uma partícula de Deus, sendo assim somos Deus e como tal não deveríamos agir de forma diferente dele, pois assim o retorno se torna mais longo.  Precisamos entender que não somos individuais, apenas possuímos um identidade temporária, efêmera, volátil. Não estamos aqui para sermos e sim para fazermos...

A vida é uma benção, pois só aqui podemos despertar nossas consciências, de forma a nos elevarmos em direção a Deus, retornarmos.  A vida é sagrada, a vida é sublime.

Vamos deixar de lado a visão de nossos olhos e tentar ver com os olhos do coração. Vamos buscar o Deus que existe dentro de nós e deixar que ele resolva as nossas dúvidas para nós.  Vamos transformar nossos vidas não em um passeio, mais em um jornada, onde a tônica seja o amor.

Nós e somente nós, podemos mudar nossas vidas, sejamos Deus a partir desse momento.

Que a Luz maior nos ilumine, agora e sempre.  

                                                                           Amém.

Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1994."
                                                                         
                                                                     
Nesse momento, com a expectativa do Ano Novo, vamos refletir sobre o sentido que damos as nossas vidas.  Que sejamos acima de tudo felizes.

Até a próxima,
                        Amo vocês,
                                            Marcel Peixoto

sábado, 13 de setembro de 2014

POST 244/2014 - UMA ALIANÇA PARA A VIDA


1º de setembro de 2014

Olá... Iniciando o mês de setembro e coincidentemente numa segunda-feira, tudo de bom!!!  O dia de hoje também é muito especial para mim e para minha esposa, afinal há 26 anos, neste mesmo 1º de setembro, contraímos núpcias.   Não gosto muito deste termo "contrair núpcias", parece algo relacionado a doenças, algo com uma conotação negativa, contudo é o usual.  O que posso dizer é que depois de 2665 dias de relacionamento até a data do casamento, eu já estava completamente contaminado pelo vírus do amor.

Baseado nesta contradição linguística, fui pesquisar os possíveis significados da palavra "contrair" e o sinônimo mais adequado para a ocasião, que encontrei  foi "assumir".  Assumir núpcias me parece bem apropriado, pois ao casarmos assumimos o desejo de compartilhar nossa vida com o outro e vice-versa, assumimos a responsabilidade de construir uma nova família, assumimos perante aos nossos familiares, amigos e principalmente perante a Deus o dever de zelar para que este relacionamento cresça e se solidifique com o tempo.

Ledo engano, pensar que a euforia das primeiras semanas perdurará para sempre. As dificuldades certamente aparecerão e são com elas que vem o aprendizado.  São estes momentos que testam a nossa resiliência, a nossa determinação, o nosso amor. num sentido bem mais abrangente que o calor da paixão inicial.  A vida é muito bela e se soubermos aproveitá-la, fica ainda melhor, mesmo com as pedras do caminho, seguimos em busca da felicidade  e com o passar do tempo, descobrimos que ela está nos pequenos momentos, que a vida nos proporciona.

Mas já filosofei demais por hoje... Lembrando do dia do meu casamento, tenho uma história interessante para contar e que poucas pessoas sabem. Por pouco eu não deixei minha esposa plantada no altar... Estranho?  É isso mesmo, quase faltei ao meu casamento. 

Na época do meu casamento, meu pai já era falecido e eu morava com a minha mãe, meu irmão era nosso vizinho, morava quase em frente a nossa casa. Ele estava tenso porque entraria com a madrinha da minha esposa e ficaria com a minha mãe (que entraria comigo na igreja) no altar.  Pois bem, o casamento estava marcado para às 20 horas de uma quinta-feira e minha mãe resolveu se arrumar fora de casa e de lá  ir direto para a igreja, logo fiquei em casa sozinho.

Um pouco antes das sete, fui tomar o meu banho...  A porta de nossa casa era antiga e tinha uma portinhola, que se aberta, permitia quem estava de fora colocar o braço e abrir a porta com a chave por dentro.   Normalmente deixávamos aberta, pois meu irmão ia sempre lá e foi o que aconteceu... 

No meio do meu banho ele entrou e bateu na porta do banheiro,  pois queria que eu o visse de terno, todo arrumado... Saí do box e abri a porta para ele entrar... O vi arrumado, o elogiei e ele foi embora ansioso e satisfeito.  Quando terminei o banho e fui sair do banheiro e descobri que estava preso, isso mesmo: preso.  Ele ao sair, automaticamente trancou a porta com o trinco que havia por fora e nem percebeu... 

Entrei em pânico!!!  Tentei arrombar a porta, mas não obtive nenhum sucesso... O tempo ia passando e meu desespero aumentando.  Comecei a gritar por ele e pela esposa dele, que na época, coincidentemente, tinha o mesmo nome da minha... mas meu esforço era em vão. Alguém deve estar pensando, que eu poderia ligar ou mandar uma mensagem do celular, pois hoje seria fácil, mas naquela época nem telefone fixo tinha na casa e celular nem havia sido inventado.

A essa altura eu já estava mais molhado de suor do que do banho e rezava por um milagre, até que ele realmente aconteceu. Um amigo que era padrinho do casamento, resolver passar na minha casa para deixar o presente e me ouviu gritando, agora já em desespero... Ao perceber a sua presença, gritei para ele enviar a mão pela portinhola abri a porta e me libertar...  Foi assim que, com o coração na boca, consegui chegar na igreja 5 minutos antes que a noiva... Foi muita emoção para um dia só.

Assim firmamos a nossa aliança para uma vida a dois. E para ilustrar o Blog, fotografei, no dia de hoje, nossas alianças, que não são as do casamento (que eram fininhas), mas a de 20 anos de casados. 

Até a próxima,
                        Amo vocês,
                                           Marcel Peixoto





domingo, 24 de agosto de 2014

POST 227/2014 - UM CURSO EM MILAGRES

15 de agosto de 2014

Olá... Nesta sexta-feira, busquei um livro em minha estante para reler algum trecho e acabei por encontrar um livro muito especial para mim: Um Curso em Milagres.  Como o referido livro é uma lição de bons sentimentos, para compor a foto do Blog, utilizei uma série de pulseira, que presenteei a minha esposa, que trazem palavras que refletem coisas positivas, como Amor, Felicidade, Família, Esperança e Amizade.   

Seu título,  vem explicado de uma forma muito diferente do que encontramos tradicionalmente, vejam abaixo:         

UM
Significa que é um, entre milhares de outros.

CURSO
Significa o caminho, ou no sentido do curso ou trajetória a ser percorrida.
Significa também, o meio pelo qual se obtém o aprendizado.

EM
Significa que a direção do curso, está voltada, para o estado em que os milagre
 são naturais.

MILAGRES
São sinais naturais de perdão, representam a libertação do
medo, restauram a santidade da mente. Fazem com que as mentes sejam uma só em Deus. Dependem da cooperação, porque a Filiação é a soma de tudo o que Deus criou.

Um Curso em Milagres é um material ditado entre 1965 e 1973 por uma "voz interior" para a psicóloga americana Helen Schucman. A obra em três volumes que reproduz esse ditado foi publicada em 1975 e tornou-se um clássico espiritualista que inspira e conforta pessoas de todos os credos há mais de trinta anos.

O Curso é um estudo fascinante das verdades eternas, que oferece um caminho inigualável para a transformação pessoal. Sua principal mensagem de amor e paz universais é a rejeição da culpa e a aceitação do perdão. Em essência, não se trata de uma obra religiosa, mas de um sentimento espiritual que, pela sua natureza ecumênica, tem cativado milhões de pessoas ao redor do mundo todo.

As meditações inspiradas em trechos de Um Curso em Milagres são verdades universais cheias de sabedoria, que proporcionam conforto e esclarecimento, além de serem um convite à reflexão. As meditações deste livro foram organizadas por tema e divididas em oito tópicos. Ele pode ser lido do começo ao fim, aberto numa página ao acaso ou consultado por meio do índice remissivo, que remete o leitor diretamente para o assunto de seu interesse.

Muito resumidamente, o livro faz uma distinção entre o Amor e o Medo, entre o real e o Irreal:

"Nada real pode ser ameaçado.
Nada irreal existe.
Nisso está a paz de Deus".

"A crença produz a aceitação da existência, É por isso que tu podes acreditar em algo que ninguém mais pensa que é verdadeiro. É verdadeiro para ti porque foi feito por ti.  
Todos os aspectos do medo são inversíveis, porque não existem no nível criativo e, portanto, absolutamente não existem.  Qualquer que seja a extensão da tua disponibilidade para submeter as tuas crenças a esse teste, nessa mesma extensão as tuas percepções são corrigidas.  Para separar o falso do verdadeiro, o milagre procede nestas linhas:"

"O amor perfeito exclui o medo,
Se o medo existe,
então, não há amor perfeito.
Mas,
Se o amor perfeito existe,
se há medo,
ele produz um estado que não existe.

Acredita nisso e tu será livre.  Só Deus pode estabelecer essa solução  e essa fé é o Seu dom."

Como podem perceber, é um livro altamente filosófico, mas se conseguir entrar na sua sintonia, certamente há de se crescer enormemente como ser humano, sem falar nos 365 exercícios (pelo menos um por dia, em um ano)  que trabalham todos esses sentimentos dentro de nós, é  no mínimo uma experiência espetacular.

Até a próxima,
                       Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.  


quinta-feira, 19 de junho de 2014

ENSAIO FOTOGRÁFICO 009/2014 - EXPOSIÇÃO DE ORQUÍDEAS

O Ensaio Fotográfico foi realizado no dia 03 de maio de 2014, no Jardim Botânico da Cidade do Rio de Janeiro, durante uma exposição de orquídeas que estava acontecendo na ocasião. 

A intenção  deste ensaio  é trazer  para os  olhos das pessoas,  a  beleza  da flores.   E se  eu conseguir  que pelo menos um leitor dedique,  um pouquinho de seu tempo para  contemplar a natureza  no seu dia-a-dia,  já estarei realizado.   A natureza é divina e justamente através dela que Deus expressa o seu amor por todos nós.

Abri o ensaio com algumas bromélias, para depois partir para as orquídeas.  São ao todo 45 fotos,  com as quais tento passar a minha emoção com as plantas. Espero que gostem,  pois o ensaio e a preparação das fotos foram feitos com muita dedicação e amor.

Clique na foto para melhor visualizar o ensaio.


FOTOGRAFIA: MARCEL PEIXOTO














































sábado, 15 de março de 2014

POST 073/2014 - A CASA DO MAGO É ALI


Olá... Certamente quem é do Rio de Janeiro já passou pela Rua Humaitá, pertinho da Lagoa Rodrigo de Feitas, na Zona Sul, e se deparou com um sobrado branco, espremido entre prédios residenciais. Não há como passar despercebido, pois as imagens religiosas chamam muito a atenção. Este local é a Casa do Mago.

Pois hoje, em plena sexta-feira, ao passar por lá resolvi fazer a foto para o Blog, da enorme imagem de São Jorge que fica bem ao lado do referido sobrado. Fiz a foto pelo celular de dentro do carro, mas a imagem obtida mostra como a casa pode ser considerada uma "ilha" rodeada de prédios.

A casa é um templo religioso, tal como uma edificação de qualquer outra religião ou culto, que atrai pessoas afins e muitos curiosos. Por sua localização acaba por ser frequentada por pessoas da mídia e de maior poder aquisitivo, o que traz notoriedade a mesma. 

Segundo o Sr. Ubirajara Pinheiro (O Mago) a religião pratica ali é "Um bando" e explica: “A religião da umbanda, candomblé, gueto, nação nagô é Deus. Tudo é Deus” -– ou seja, ele é um pragmático e diz que em seu dia-a-dia atende a gente de todos os credos.

Em seu site se define desta maneira: "Seguidor do maior de todos os mandamentos: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. É assim que tudo flui, o amor juntamente com a fé em Deus constituirão sempre a força do Mago, porque todos os caminhos dignos nos levam ao Senhor e à nossa felicidade nesta Terra."

É mais um caminho, entre tantos outros possíveis, para se conectar com Deus. O livre arbítrio de cada um faz com que todos possam escolher aquilo que mais lhe preenche ou tem afinidade, mas o principal é buscar esse caminho com muito amor no coração.

Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.