Translate

Mostrando postagens com marcador amizade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amizade. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de agosto de 2014

POST 227/2014 - UM CURSO EM MILAGRES

15 de agosto de 2014

Olá... Nesta sexta-feira, busquei um livro em minha estante para reler algum trecho e acabei por encontrar um livro muito especial para mim: Um Curso em Milagres.  Como o referido livro é uma lição de bons sentimentos, para compor a foto do Blog, utilizei uma série de pulseira, que presenteei a minha esposa, que trazem palavras que refletem coisas positivas, como Amor, Felicidade, Família, Esperança e Amizade.   

Seu título,  vem explicado de uma forma muito diferente do que encontramos tradicionalmente, vejam abaixo:         

UM
Significa que é um, entre milhares de outros.

CURSO
Significa o caminho, ou no sentido do curso ou trajetória a ser percorrida.
Significa também, o meio pelo qual se obtém o aprendizado.

EM
Significa que a direção do curso, está voltada, para o estado em que os milagre
 são naturais.

MILAGRES
São sinais naturais de perdão, representam a libertação do
medo, restauram a santidade da mente. Fazem com que as mentes sejam uma só em Deus. Dependem da cooperação, porque a Filiação é a soma de tudo o que Deus criou.

Um Curso em Milagres é um material ditado entre 1965 e 1973 por uma "voz interior" para a psicóloga americana Helen Schucman. A obra em três volumes que reproduz esse ditado foi publicada em 1975 e tornou-se um clássico espiritualista que inspira e conforta pessoas de todos os credos há mais de trinta anos.

O Curso é um estudo fascinante das verdades eternas, que oferece um caminho inigualável para a transformação pessoal. Sua principal mensagem de amor e paz universais é a rejeição da culpa e a aceitação do perdão. Em essência, não se trata de uma obra religiosa, mas de um sentimento espiritual que, pela sua natureza ecumênica, tem cativado milhões de pessoas ao redor do mundo todo.

As meditações inspiradas em trechos de Um Curso em Milagres são verdades universais cheias de sabedoria, que proporcionam conforto e esclarecimento, além de serem um convite à reflexão. As meditações deste livro foram organizadas por tema e divididas em oito tópicos. Ele pode ser lido do começo ao fim, aberto numa página ao acaso ou consultado por meio do índice remissivo, que remete o leitor diretamente para o assunto de seu interesse.

Muito resumidamente, o livro faz uma distinção entre o Amor e o Medo, entre o real e o Irreal:

"Nada real pode ser ameaçado.
Nada irreal existe.
Nisso está a paz de Deus".

"A crença produz a aceitação da existência, É por isso que tu podes acreditar em algo que ninguém mais pensa que é verdadeiro. É verdadeiro para ti porque foi feito por ti.  
Todos os aspectos do medo são inversíveis, porque não existem no nível criativo e, portanto, absolutamente não existem.  Qualquer que seja a extensão da tua disponibilidade para submeter as tuas crenças a esse teste, nessa mesma extensão as tuas percepções são corrigidas.  Para separar o falso do verdadeiro, o milagre procede nestas linhas:"

"O amor perfeito exclui o medo,
Se o medo existe,
então, não há amor perfeito.
Mas,
Se o amor perfeito existe,
se há medo,
ele produz um estado que não existe.

Acredita nisso e tu será livre.  Só Deus pode estabelecer essa solução  e essa fé é o Seu dom."

Como podem perceber, é um livro altamente filosófico, mas se conseguir entrar na sua sintonia, certamente há de se crescer enormemente como ser humano, sem falar nos 365 exercícios (pelo menos um por dia, em um ano)  que trabalham todos esses sentimentos dentro de nós, é  no mínimo uma experiência espetacular.

Até a próxima,
                       Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.  


terça-feira, 13 de maio de 2014

POST 131/2014 - O DIA ERA DELA, MAS ELA JÁ NÃO ESTAVA AQUI...


Olá... Domingo Dia das Mães e hoje infelizmente não posso cumprir a missão do Blog, de ter uma foto feita no dia da postagem, porque hoje eu quero homenagear a minha mãe e ela  não mais está comigo, para ser fotografada. Assim tive que lançar mão de uma de suas últimas fotos,  de fevereiro de 2012.

Conheci minha mãe a quase 50 anos atrás e logo nasceu entre nós uma relação de grande carinho, até aí acho que fui igual a todos vocês que estão lendo o Blog, exceto pelos problemas que tivemos antes do meu nascimento, mas isso é uma história para outro dia.  Sou o caçula e com uma diferença muito grande para minha irmã (14 anos) e para meu falecido irmão (9 anos),  fruto de uma gravidez não programada, eu vim de teimoso.

Posso dividir a nossa relação em duas etapas de 24 anos, os  primeiros 24 anos morei com ela e ela cuidava de mim, nos outros 24 anos me casei, não morava mais com ela, mas quem cuidava dela era eu, visto que meu pai faleceu aos meus 23 anos e me confiou a sua guarda. 

Durante toda a nossa relação, tivemos uma grande amizade.  Em nossa primeira etapa, convivemos nós 3 (eu, ela e meu pai) com muita alegria. Conversávamos muito, jogávamos baralho e me lembro de algumas viagens de férias em Itacuruça, onde ficávamos em uma casa alugada por temporada.  As Festas de Fim de Ano eram um acontecimento, com a reunião de toda a família, onde comemorávamos mais que o Natal e o Reveillon, também o aniversário de casamento deles que foi no dia 31 de dezembro de 1949.

Já na segunda etapa, com a partida de meu pai e a chegada da minha filha, fizemos muitas viagens juntos, agora um quarteto, o casal e a avó com a netinha. Fomos à Salvador, várias vezes à São Lourenço, à Porto de Galinhas, Recife e Olinda,  Penedo, Teresópolis e outras tantas pequenas viagens, sem falar dos finais de semana na casa de minha irmã na Barra.  Foram momentos inesquecíveis, principalmente os bons, porque os ruins não tem mais importância. 

Dona Ariete era uma pessoa de temperamento difícil e não é porque ela passou para o lado de lá que vamos esquecer essas coisas.  Acho que na primeira etapa, eu lhe dei muito menos trabalho, do que ela me deu na segunda, mas não reclamo, fiz tudo com o maior amor possível e da melhor maneira dentro das minhas possibilidades.

Ficou muito marcado para mim nosso último Dia das Mães juntos, quando almoçamos cedo na minha casa com minha esposa, minha filha e minha sogra e depois partimos para a Barra, só nos dois, para "almoçarmos" novamente na casa de minha sobrinha, com a minha irmã.  Na volta, para distraí-la, resolvi criar um desafio de quem veria um fusca primeiro e por incrível que pareça, voltamos da Barra até Nova Iguaçu sem ver nenhum... Empatamos.

Mãe, o seu amor continua chegando até a mim e espero que o meu também lhe alcance. Obrigado por cuidar de mim na primeira fase e obrigado por me fazer aprender a cuidar de você na segunda. Não foi nada fácil para mim, mas consegui cumprir a minha missão. Perdoe a minha impaciência, a minha franqueza exacerbada, meus repentes... mas tenho certeza que o amor que dediquei à você foi muito maior que tudo isso.   Sempre te amarei.

Até um dia,
                  Amo vocês,
                                    Marcel Peixoto.