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sábado, 21 de junho de 2014

POST 168/2014 - "AMARRA O AMOR NA CHUTEIRA..."


Olá... Apenas uma cochilada e o Blog já está atrasado de novo... Mas valeu a pena, pois consegui postar o ensaio da orquídeas, o qual espero que já tenham visto.  Mas estamos na terça-feira, dia do segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo e não poderia deixar de falar sobre isso no blog.  

Para ilustrar este momento, fiz a foto do chapeuzinho que ganhei para torcer para o Brasil no jogo de estréia e resolvi trazê-lo como um talismã, no dia de hoje. Como estou escrevendo após o referido jogo, tenho que confessar que não tenho a mesma empolgação que teria se não soubesse ainda o resultado.

Mas vamos ao dia,  que se iniciou cheio de expectativas para o jogo e com muito trabalho, pois tivemos que transformar as oito horas de trabalho em apenas quatro.  Mas como todos estavam já no ritmo da Copa, acabamos por dar conta do trabalho em tempo hábil, partimos para o almoço e em seguida rumo ao encontro do grupo.

Não sei se cheguei a mencionar aqui no Blog, mas definimos que as quatro famílias que assistiram juntas o primeiro jogo, continuariam juntas assistindo os outros jogos até o Brasil ganhar ou ser desclassificado e assim partimos para Queimados para a casa de uma das famílias para torcermos mais uma vez juntos.

Chegamos e estávamos  todos de  verde e amarelo, na  verdade  mais amarelo do que verde,  a exceção de minha comadre que trajava uma camisa vermelha e bermuda preta.  Até o jogo começar ninguém havia percebido a terrível coincidência, o uniforme do México era exatamente igual a roupa dela...  Imediatamente isso gerou uma aflição em todos nós...  Acho que já era um preságio...

Desta vez o cardápio foi rodízio de pizza, uma coisa assim bem light... mas comer muito e assistir  a um jogo tão complicado, pode ser perigoso e até termos indigestão... Posso dizer que as pizzas estavam bem melhores que o jogo...

Ao final do jogo com o placar idêntico ao início, toda a culpa caiu sobre a mexicana disfarçada... Que apesar de tentar demonstrar que torcia para o Brasil, não convenceu ninguém... Na pior das hipóteses, agourou nosso time.

Mas vamos combinar também,  que cantar "Sou Brasileiro...." não dá mais... Ninguém aguenta isso... Precisamos mudar as músicas da Copa e para contribuir, coloquei junto a foto, uma estrofe da bela música encomendada por um banco para seu comercial da Copa.  É muito melhor até que o música oficial da FIFA, que ouvi e de imediato esqueci.

Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.


sexta-feira, 13 de junho de 2014

POST 159/2014 - O DOMINGO ACABANDO EM PIZZA


Olá... Domingo e dia de aniversário de meu mais novo sobrinho, não de idade, mas o último sobrinho que entrou na família ao se casar com minha sobrinha.  Como no dia anterior houve uma grande comemoração antecipada, onde todo mundo tomou todas, nada como uma pizza com pepsi para se recuperar.

Não participei da esbórnia do dia anterior, mas em função da Lei Seca, aderi também a pepsi light e evidentemente as pizzas.  Na hora da sobremesa quase me perdi, pois adoro um creme de mamão papaya com licor de cassis e fui dividir um desses com a minha irmã, mas na primeira colherada lembrei que agora a tolerância é zero para álcool na blitz e desisti de imediato, ficando sem sobremesa.

A pizza é uma especialidade de outra cidade brasileira, que não a cidade maravilhosa e o bairro do Brás em São Paulo  talvez represente bem essa ligação. O Brás é um distrito situado na região central, a leste do chamado centro histórico da capital paulista e tornou-se no início do século XX uma referência de bairro da comunidade italiana,  inclusive com comemorações das festas de Nossa Senhora de Casaluce e de São Vito, celebrações tradicionais italianas. Os imigrantes  se estabeleceram fortemente na região, com seus restaurantes, tornando o bairro um centro gastronômico de comida italiana, com destaque para as pizzas.

Atualmente é um distrito essencialmente voltado à indústria e ao comércio de confecções, com forte destaque ao comércio de jeans no atacado e também de moda infanto juvenil. Há ainda uma grande concentração de lojas especializadas na venda de enxovais e produtos para gestantes e bebês. Possui agora uma forte presença das comunidades coreana e boliviana.  A presença de um comércio de características populares também é grande, especialmente nas avenidas Rangel Pestana e Celso Garcia, por serem tradicionais vias de passagem de moradores da Zona Leste que trabalham no Centro da cidade.

Foi em 2007 que a Pizzaria Bráz chegou ao Rio de Janeiro, trazendo um pouquinho do charme do tradicional bairro do Brás para o Rio. A lembrança dos antigos armazéns dos imigrantes, as grandes refeições em família, as receitas tradicionais trazidas pelos nonnos italianos e os ingredientes especiais, que só eles conheciam.   

O ambiente também é fiel a tradição. Os azulejos brancos na parede, as prateleiras de madeira cobertas por condimentos e garrafas de vinho, a decoração caseira, o jeito de apresentar o cardápio, as roupas dos garçons, tudo remete às antigas cantinas do  bairro do Brás, o berço da imigração italiana em São Paulo.

Revivemos um pouco dessa tradição, não só com receitas e ingredientes exclusivos, mas principalmente na inspiração da maravilhosa hospitalidade dos italianos. O atendimento atencioso, que já começa na espera, faz o cliente se sentir em casa e sempre repetir a visita. Já foram eleitos a melhor pizzaria, pela Revista Veja.

Alguns dos segredos das pizzas são os ingredientes, como a farinha tipo 00, da marca italiana Caputo, considerada a farinha ideal para preparação de pizzas. Os tomates são plantados aos pés do Vesúvio e tem acidez reduzida; a alcachofra vem da Puglia e o aliche da Costa Amalfitana. Todos importados com exclusividade e servidos em seu cardápio. 

Mas certamente muitos cariocas, ressentem a  falta de uma dupla que costumam acompanhar nossas pizzas: o catchup e da mostarda, que para os paulistas não existem.  Mas posso dizer que as pizzas são tão  boas que superamos facilmente esta falta.

Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                        Marcel Peixoto.

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