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domingo, 14 de setembro de 2014

POST 246/2014 - O PÃO NOSSO DE CADA DIA...

03 de setembro de 2014

Olá... Hoje resolvi trazer para o Blog um alimento que está na mesa de quase todo o brasileiro, o pão francês.  E antes do café da manhã, segurei um pouquinho a fome e fiz a foto acima para apresentar no Blog de hoje.   Normalmente, comemos esses pãezinhos  no café da manhã e essa é uma das poucas colaborações doméstica que faço rotineiramente.  Faço o café, ponho a mesa e vou comprar o pão.

Tenho que confessar que adoro essa refeição e sem sombra de dúvidas e a minha preferida... No final de semana como tenho mais tempo, trato de dar uma incrementada com frutas, um ovinho, iogurte, cereais, etc... Praticamente o café de uma pousada... rrsss...  Estão convidados.

Segundo Pesquisa de Orçamento Familiar (POF- 2008-2009) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o consumo per capita do pão francês (também conhecido como "pão de sal" e "cacetinho", e que não existe na França) foi de 53g/dia, ou seja, praticamente um pãozinho para cada brasileiro por dia. Em se tratando de pesquisa, entendemos que isso é uma média, pois na prática uns comem vários em detrimentos de outros que não tem o que comer.

No Brasil, o pão francês parece ter surgido no início do século XX, quando os burgueses da Primeira República adotaram a cultura francesa da "Belle Époque"  como padrão, não apenas na gastronomia,  mas também na moda, nas artes e nos hábitos sociais. Quando viajavam para Paris, voltavam descrevendo o pãozinho para seus padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita pela descrição. Dessa gastronomia oral saiu o "pão francês brasileiro", que difere de sua fonte de inspiração europeia, sobretudo por poder levar até açúcar e gordura na massa. 

Até então, o brasileiro consumia, em grandes quantidades, a farinha de mandioca e o biju, apesar de já conhecer o pão de trigo desde a chegada dos colonizadores portugueses. No início do século XX, a atividade de panificação se expandiu, motivada pela vinda dos italianos para o Brasil, e o pão tornou-se essencial na mesa do brasileiro. Mas era completamente diferente do atual pão francês; era escuro, na casca e no miolo. 

A partir daí, as padarias que ainda faziam um pão escuro, foram pressionadas a imitar uns pãezinhos alongados com um miolo muito branco e uma crosta bem dourada. Aparentemente, a receita não reproduz o pão que se consumia em França nessa altura, mas ficou conhecido como “pão francês”, conhecido em outros países como “pão brasileiro”. 

O fato é que quentinho, saído do forno, o nosso pão francês tem uma aroma incomparável e é perfeito para receber uma camada de manteiga ou de queijo e o que mais a criatividade do brasileiro desejar. Isso sem contar as inúmeras preparações que se pode fazer com esse tipo de pão; de torradas com alho até as saborosas  rabanadas que marcam presença em nossas mesas na época de Natal.

Até a próxima,
                        Amo vocês,
                                           Marcel Peixoto

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

POST 234/2014 - UMA SOBRINHA QUERIDA...

22 de agosto de 2014

Olá... O dia de hoje também é muito importante  para mim, pois é aniversário de uma pessoa muito especial na minha vida, minha sobrinha. Apesar dela estar viajando, pensei nela o dia todo, pois nos últimos anos temos sempre passados juntos. 

Se eu falar que me lembro bem do dia do nascimento dela, certamente estarei mentindo, mas me lembro dela bem pequenininha.  Pudera, quando ela nasceu eu ainda tinha apenas 13 anos...  Abrindo aqui o meu coração para vocês, preciso confessar que não sei se fiquei feliz com o nascimento dela, afinal eu teria que dividir a minha irmã com ela...   Não me crucifiquem, eu era um pré-adolescente e muito apegado a minha irmã, que para mim era como uma segunda mãe.  Sofri quando minha irmã saiu de casa para ir morar no Rio, por causa de sua faculdade... Sofri quando ela casou e definitivamente deixou de morar conosco e finalmente sofri com a nascimento de sua primeira filha... 

Mas quando eu vi pela primeira vez aquela coisinha fofa, comecei a me apaixonar...  Parece que cresci e o espírito de tio começou a pairar sobre minha cabeça... Passei a adorar brincar com ela e muitas vezes tinha que disputar com o avó (meu pai) a sua atenção.  Morávamos distante e não era a todo momento que estávamos juntos, mas quando tínhamos oportunidades era muito bom.

Inventei um coisa doida, mas que ela adorava,  uma frase desconexa, contudo com uma sonoridade que a agradava e eu sempre conseguia um sorriso, então eu repetia isso perto dela: "Bidiiu Bidiu - Bam Bam..", não me perguntem o que significa, pois não tenho a menor ideia, mas foi o começo de uma grande amizade.

Nos encontros de família, sempre dediquei um tempo a ela... Nem fiquei tão triste quando ela veio passar uns dias na casa da vó (eu morava lá) e tive que me desfazer de meus hamsters de estimação, pois o pai dela dizia que poderia causar alguma doença... Sacrifícios fazem parte...

Quando casei, ela foi daminha na cerimônia e entrou na igreja com o meu sobrinho, filho do meu irmão, carregando as alianças... Uma das coisas que lembramos deste dia,  foi o espanto dela ao ver a noiva. Como ela estava acostumada a ver minha namorada sempre vestida casualmente, ela não a reconheceu, arrumada, toda maquiada e de vestido de noiva... Quando a viu soltou a frase: "Tia é você mesmo???" Foi um fato muito engraçado e que marcou o dia de nosso casamento.

Ela cresceu e herdou da mãe muitas coisas, menos o gênio que é do pai... rsrsrsrs.  Sempre muito estudiosa, formou-se advogada (como a mãe) mas em momento nenhum deixou de ser ligada a família. Casou-se e continuou sendo a mesma (talvez tenha até melhorado, pois agora tem um marido que cozinha super bem e que adora receber as pessoas, além de ter ganho uma sogra maravilhosa, que rapidamente foi incorporada a família...). Tenho um enorme orgulho dela utilizar o sobrenome que herdei de meu pai... Para mim, hoje ela é muita mais que uma sobrinha querida, é uma amiga, é alguém que sei que posso contar e vice e versa, espero ainda conviver muito tempo com ela. 

Ela me ensinou a gostar de comida japonesa, a achar botox uma coisa natural e que é necessário conhecer Paris...  Além disso é companheira na degustação de um bom vinho, sem deixar de apreciar uma Stelinha...  

E no dia de seu aniversário, para homenageá-la, além de contar um pouquinho de nossa história no Blog, postei também uma foto que fiz dela recentemente e que simplesmente adoro.  Tenho aqui que dar o crédito da composição da foto a ela, pois foi ela quem teve a ideia, eu apenas apertei o clique da máquina, mas o resultado, na minha opinião ficou ótimo.  Espero que gostem...

Até a próxima,
                       Amo vocês,
                                          Marcel Peixoto.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

POST 175/2014 - QUASIMODO - UM CORCUNDA MUITO FOFO



Olá... Uma terça-feira muito especial  para os argentinos, que desde de 1978,  quando foram anfitriões, não jogavam um jogo de Copa do Mundo tão perto de Buenos Aires. O resultado foi uma invasão de nossos hermanos em Porto Alegre.   Uma festa incrível onde o aniversariante Messi, ao invés de ganhar, deu 2 presentes (2 gols) ajudando a classificar a Argentina, com 100% de aproveitamento na 1ª fase do mundial.

Impossível não falar um pouquinho de Copa nestes dias e outro país que vem fazendo grandes apresentações neste Mundial, se consolidando como uma das favoritas é a França.  E é justamente da França que vem o nosso personagem de hoje no Blog, imortalizado na obra de Victor Hugo - O Corcunda de Notre-Dame.

A obra veio a público originalmente com o título de "Notre-Dame de Paris", e nem sequer se centrava na personagem que a eternizou, uma vez que só quando foi traduzida para a língua inglesa, em 1833, é que este nome apareceu no título. Em sua origem, constituía-se em um romance histórico, voltado para o público adulto, com o intuito de conscientizá-lo para a necessidade de se conservar a Catedral de Notre-Dame. Na obra, Victor Hugo não se limita a descrever apenas a antiga Catedral, mas ilustra historicamente a sociedade da Paris medieval e os contrastes dos seus personagens, desde os pedintes e ciganos ao rei e a nobreza. 

A história passa-se em 1482, em Paris, a capital da França. A ação desenrola-se dentro e em torno da Catedral de Notre-Dame, na Île de la Cité, no meio do rio Sena. Lá estavam situados os dois grandes monumentos da cidade à época: a Catedral e o Palácio da Justiça, o que centralizava, na ilha, a religião e o governo de Paris. A Catedral, construída em 1330 , era a principal igreja de Paris. Além de importante local de oração, aceitava órfãos e pessoas que ali procuravam refúgio da lei.

A Obra gira em torno de um homem coxo e deformado que foi adotado pelo arcediago Claudio Frollo. Batizado de Quasímodo, enfrenta uma série de peripécias por conta de um amor não correspondido por uma bela cigana, Esmeralda. Ela é uma personagem que representa uma espécie de beleza suprema, quase celestial, o que faz com que dois homens, Quasimodo e Dom Claudio se apaixonem por ela.

São duas formas de amar diferentes. Quasimodo ama-a de uma forma desinteressada, enquanto Frollo nutre por ela uma enorme paixão, repleta de desejo sexual, embora muitas vezes se note uma grande ternura e carinho pela cigana. No entanto, Esmeralda, não corresponde ao amor de nenhum dos dois, preferindo amar Febo, um oficial da guarda real, que apesar de dizer que a ama, tem uma noiva e não nutre nenhum tipo de sentimento por Esmeralda, a não ser desejo.

O personagem foi adaptado inúmeras vezes, principalmente no cinema. Em 1996, Walt Disney lançou a versão animada do romance, com variações no enredo, que foi posteriormente incluído entre seus Clássicos. No filme da Disney,  Quasimodo é muito diferente da versão original, as diferenças são tanto na forma física como na história do personagem. No livro, Quasimodo foi abandonado pelos pais. No longa, Quasimodo foi tomado de sua mãe e criado por Claude Frollo, que ameaçado pelo pároco, decide o esconder na catedral;

Nesta versão, Quasimodo é fiel a Frollo, mas com o incentivo do Capitão Phoebus e apaixonado por Esmeralda, torna-se rebelde e passa a buscar a independência. Ao lado de Esmeralda, Quasimodo descobre um mundo totalmente diferente daquele que Frollo sugeria.

Sem dúvida,  apesar de sua  aparência  é um personagem "fofo"  e  apaixonante pela sua ingenuidade e amor verdadeiro.   Para trazê-lo ao Blog,   fotografei uma  miniatura comprada na Disney a muitos anos atrás,  em um cenário lúdico.
  
Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.


quinta-feira, 1 de maio de 2014

POST 119/2014 - SE NÃO VOU A PARIS, PARIS VEM A MIM...


Olá... Terminando um mês muito especial, com uma viagem maravilhosa... Só que não foi eu quem viajou, infelizmente, mas nem por isso deixei de curtir e ficar feliz. A viagem à França, especificamente a cidade de Paris, foi feita pela minha irmã em companhia de minha sobrinha.

O especial da viagem, foi o fato das duas irem sozinhas, sem maridos, o que em Paris não tem preço, ainda mais para quem gosta de fazer umas comprinhas... O circuito da viagem foi feito praticamente todo a pé, claro que com apoio do metrô, que segundo elas é bem diferente do nosso.  Rolou todo programa que homem não gosta, ver várias vitrines, algumas comprinhas, piquenique, e outras coisinhas mais.  

Eu tenho muita vontade de conhecer a cidade e principalmente o maior ícone de lá que é a Torre Eiffel,  planejei uma ida para lá no ano passado, mas não foi possível, mas enquanto a hora de ir não chega, pedi que trouxessem uma réplica da mesma para me lembrar sempre da cidade.  E é essa réplica que fotografei para o Blog hoje.

Paris é a capital e a cidade mais populosa da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France. A cidade se situa num dos meandros do Sena, no centro da bacia parisiense, entre os confluentes do Marne e do Sena rio acima, e do Oise e do Sena rio abaixo.  Abrigando numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, Paris é também uma cidade importante na história do mundo. Símbolo da cultura francesa, a cidade atrai quase 30 milhões de visitantes por ano, ocupando, também, um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo.

A Torre Eiffel  é uma torre treliça de ferro do século XIX  localizada no Champ de Mars, em Paris, que se tornou uma das estruturas mais reconhecidas no mundo. A Torre Eiffel, que é o edifício mais alto de Paris e é o monumento pago mais visitado do mundo, milhões de pessoas sobem à torre cada ano. Nomeada em homenagem ao seu projetista, o engenheiro Gustave Eiffel, foi construída em 1889. 

A torre possui 324 metros de altura. Foi a estrutura mais alta do mundo desde a sua conclusão até 1930, quando perdeu o posto para o Chrysler Building, em Nova York, Estados Unidos.  A torre tem três níveis para os visitantes. Os ingressos podem ser adquiridos nas escadas ou elevadores  do primeiro e do segundo nível. A caminhada para o primeiro nível é superior a 300 degraus. O terceiro e mais alto nível só é acessível por elevador. Do primeiro nívelr vê-se a cidade inteira, tem sanitários e várias lojas e o segundo nível tem um restaurante.

Só para registro, a torre que foi comprada em Paris, tinha uma etiquetazinha: "Made in China".... Estamos perdidos.

Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                         Marcos Marcel

segunda-feira, 21 de abril de 2014

POST 108/2014 - SANTA SEXTA DE AMOR


Olá... Sexta-feira Santa, primeiro dia de um longo feriado e um dia muito especial,  pois para os cristãos, é dia de lembrar o martírio de Jesus Cristo, que crucificado, remiu todos os pecados dos homens. Um dia para orações e de introspecção para todos nós.

Precisei sair para fazer umas comprinhas e acabei por me deparar com as belas tulipas vermelhas, que vocês podem ver na foto de hoje do Blog, claro que as comprei e ofertei à minha esposa.  No início da semana recebi, via WhatsApp, algumas fotos de minha irmã e da minha sobrinha, diretamente de Paris, com jardins repletos de tulipas, imaginem como fiquei feliz quando as achei aqui.

As tulipas são originárias da Turquia e não dos Países Baixos, como o senso comum leva a imaginar. Foram levadas para os Países Baixos em 1560 pelo botânico Conrad Von Gesner.  O nome da flor foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend, posteriormente afrancesada para tulipe, que originalmente significa turbante, considerando a forma da flor invertida. Algumas referências defendem que as tulipas seriam originárias da China, de onde teriam sido levadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia.  A tulipa vermelha é a flor do escudo da Holanda e um dos símbolos do país.

Tulipas vermelhas significam amor eterno, amor perfeito, amor irresistível e representam para quem as dá uma verdadeira declaração de amor, simbologia de um amor eterno, um amor verdadeiro e cuidadoso, aquele que não terá fim. Assim como acontece com a rosa vermelha, este forte simbolismo com o amor também caracteriza a tulipa vermelha. Diante disso, acho que ofertei as flores para a pessoa certa.

Em geral, a tulipa vermelha significa o amante perfeito ou ideal, são apelos de amor e são conhecidas por serem um ótimo presente após uma briga de casal, uma vez que transmitem um amor verdadeiro e que a pessoa está arrependida e cheia de amor.  Não foi o caso, mas é sempre bom saber...

Existe uma lenda turca que serve para explicar o significado por trás da tulipa vermelha. A lenda conta que Farhad, um príncipe, estava perdidamente apaixonado pela jovem Shirin. Um dia, Farhad foi informado que a sua amada tinha sido morta. Não aguentando a tristeza e a dor, o jovem príncipe decidiu terminar a sua vida, cavalgando para um precipício. Segundo a lenda, cada gota de sangue do príncipe fez nascer uma tulipa vermelha, simbolizando assim o amor perfeito.

De acordo com o Feng Shui, as tulipas vermelhas possuem a propriedade de trazer fama ou fazer com que um indivíduo conquiste a fama de forma rápida. Além de poder atrair amor, muitos acreditam que esta flor também é capaz de atrair riqueza.

Amor, ok.  Famoso pelo Blog, agora só falta a riqueza... rsrsrsrs.

Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                        Marcel Peixoto.





quinta-feira, 27 de março de 2014

POST 085/2014 - MONET, UM LEGADO EM OBRAS DE ARTE


Olá...  Muitas vezes já viajei neste quadro... Com muito cuidado para não desequilibrar o pescador, entrei no barquinho do quadro e lá fiquei contemplando o raiar do sol,  em total silêncio para não espantar os peixes.  Que doce paisagem.

A tela, objeto da foto de hoje do Blog,  esta emoldurada e colocada na parede de meu quarto, a qual eu posso admirá-la mesmo deitado.  Trata-se de uma das principais obras do grande artista Claude Monet, intitulada "Impressão, Sol Nascente" (1872).  Esta obra tornou-se um marco, pois de seu título originou-se o nome do movimento impressionista, caracterizado por pinceladas rápidas e sutis.

Claude Oscar Monet nasceu em Paris, na França, em 1840. Quando tinha cinco anos a família se mudou para Le Havre, uma cidade portuária na desembocadura do rio Sena.  Tanto os pais como os professores o consideravam um menino indisciplinado. Gostava muito de desenhar e na escola fazia caricaturas dos professores. Aos quinze anos já ganhava algum dinheiro com isso: cobrava 10 francos por cada desenho.

Um dia conheceu o pintor Boudin e os dois se tornaram grandes amigos. Boudin viu seus desenhos e o encorajou a pintar. Com Boudin, Monet aprendeu também a pintar ao ar livre.

Entusiasmado com a ideia de ser pintor, Monet foi para Paris com o propósito de estudar pintura, matriculando-se na Académie Suisse.  Depois de ter experimentado anos de extrema pobreza, Monet começa a prosperar.  Em 1892 Monet e Alice casam-se. Cuidar do jardim torna-se uma de suas atividades preferidas, são contratados seis jardineiros para ajudá-lo nesse trabalho. É 1893 é comprado também um terreno vizinho onde Monet constrói o jardim aquático, que seria sua grande fonte de inspiração nos anos seguintes. Em 1894 conclui a série da Catedral de Rouen e durante o verão de 1896-97 pinta paisagens do Rio Sena, retomando um tema do início de sua carreira. 

No início do século, Monet visita vários países europeus. Na Inglaterra onde já estivera, pinta uma série de paisagens do Rio Tâmisa. A partir de 1907 tem problemas com a visão. Com a evolução da doença suas telas tornam-se quase abstratas, em 1911 morre Alice e três anos mais tarde Jean, seu primeiro filho. Tem início a Primeira Grande Guerra. Em sua casa em Giverny, Monet dedica-se exclusivamente à pintura. Seu tema preferido passa a ser o seu jardim. Com a construção de um estúdio em 1916 ele começa a pintar as Ninféias. Com o fim da guerra, em 1918, Monet doa as telas ao governo francês. Estes quadros são expostos num espaço construído especialmente para eles no Museu de Orangeries, em Paris. Em 1923 Monet está quase cego, é operado da catarata e passa a usar óculos. Em 5 de Dezembro de 1926 morre , em Giverny.

Nos deixou um legado de belíssimas obras, que são apreciadas até hoje por milhares de pessoas, diariamente,  em todo o mundo.  Em nome de todos os seus fãs, eu vos digo: Obrigado Monet.

Até a próxima,
                     Amo vocês,
                                       Marcel Peixoto