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quarta-feira, 14 de maio de 2014

POST 132/2014 - TRABALHANDO NAS ALTURAS...


Olá... Iniciando a semana e antes de começarmos a reclamar de nosso trabalho, temos que pensar que sempre haverá alguém em uma situação pior que a nossa.  Foi exatamente o que me aconteceu nesta segunda, quando voltava para o escritório, observei este dois senhores trabalhando na fachada deste prédio e não pensei duas vezes, fiz a foto para trazer ao Blog.

Essa é uma das atividades de risco que temos dentro da Construção Civil e estatisticamente podemos dizer que  uma  das  principais  causas  de  mortes  de  trabalhadores  se  deve  a  acidentes envolvendo quedas de pessoas e de materiais.  Muitos acidentes  tem acontecido nas atividades de pintura, manutenção e conservação de fachadas de edifícios.   

Para se evitar tais situações,  faz-se necessário um bom planejamento e a utilização de equipamentos e dispositivos apropriados para sua realização com total segurança. Por desconhecimento ou por omissão de contratantes e prestadores de serviços destas atividades, muitas vezes não se atendem às Normas, aumentando ainda mais estes riscos.

Na foto acima, vemos um balancim mecânico, que é recomendado para serviços suspensos (internos e externos). É equipado com guinchos manuais e plataformas metálicas de trabalho que permitem modulação de 1,00m a 6,00m. Propicia agilidade e rapidez na execução dos trabalhos, com plena segurança, pois além dos cabos dos guinchos, dispõe de cabos adicionais acoplados aos trava-quedas. Este produto encontra-se dentro das normas de segurança.

Nos andaimes Suspensos Mecânicos, os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio deverão ser precedidos de projeto elaborado e acompanhado por profissional legalmente habilitado. Para estes equipamentos é obrigatório  o  uso  de  cinto  de segurança  tipo  paraquedista,  ligado  a trava-quedas de segurança, sendo este  ligado a  cabo-guia  que é fixado  em  estrutura independente da estrutura de  fixação e sustentação do andaime suspenso.

Especificamente em nossa foto, vejo claramente que o trabalhador da esquerda está com o seu cinto de segurança, contudo não tenho a mesma certeza quanto ao da direita.  Mas felizmente, deu tudo certo desta vez...

Até a próxima,
                      Amo vocês,
                                        Marcel Peixoto.






terça-feira, 11 de março de 2014

POST 069/2014 - APAGANDO INCÊNDIOS NO DIA-A-DIA


Olá... Para quem está pensando que vou falar de incêndio se enganou, bem, mais ou menos, não pretendo falar de fogo destruindo as coisas, mas sim do tempo, das urgências do dia-a-dia, da correira sem fim, da vida moderna. 

Tudo isso veio a minha cabeça, quando eu estava saindo do escritório hoje e vi o extintor da foto acima, então resolvi clicá-lo para apresentar aqui no Blog e discorrer um pouco mais sobre essa loucura que está se tornando as nossas vidas. 

Por definição o extintor de incêndio é um equipamento de segurança que possui a finalidade de extinguir ou controlar incêndios em casos emergenciais. Em geral é um cilindro que pode ser carregado até o local do fogo, contendo um agente extintor sob pressão.

O Capitão bombeiro inglês William Manby depois de ter presenciado um incêndio em 1813 em Edimburgo de grandes proporções, declarou convicto que a aplicação de água num momento crítico, mesmo em pequena quantidade, exerce efeito. Porém utilizando uma quantidade muito superior num momento posterior não surtiria efeito pois na velocidade em que as chamas se propagam a destruição é certa.

Em 1816 ele inventou um aparelho cilíndrico de cobre, com sessenta centímetros de altura e capacidade de quinze litros. Era envasado com até três quartos de um líquido que Manby descrevia como fluido anti-chamas como uma solução de potassa cáustica. O espaço restante era cheio de ar comprimido. Estava inventado o extintor de incêndio.

Fazendo um paralelo com a nossas vidas, podemos dizer que vivemos a apagar incêndios, seja no trabalho, seja na vida social e até mesmo na afetiva. Não temos mais tempo... As demandas são muito maiores que nossa capacidade de atendê-las e aí sacamos nosso extintor e vamos tentar fazer o melhor possível. Não obstante a tudo isso,  nos cobramos cada vez mais no sentido de sempre atendermos com nosso melhor.  

Obviamente o resultado não pode ser muito bom, dai vem as insatisfações pessoais que culminam por nos afastar ainda mais das pessoas a nossa volta.  Cuidado!!! Não somos super heróis, nem temos super poderes, somos humanos, falíveis e carentes...  Temos que desacelerar se não quisermos derrapar na próxima curva ou capotar na reta.

Vamos em frente, mas com cautela, a saúde agradece.

Até a próxima, 
                      Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.