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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

POST 280/14 - O VERDADEIRO DUNGA

07 de outubro de 2014

Olá... Hoje eu trago para o Blog uma das figuras mais marcantes de minha infância, um dos sete anões da estória da Branca de Neve e para mim o mais legal - O Dunga.   Infelizmente, passado muito tempo da criação de Walt Disney, apareceu um homônimo que não nos trouxe muitas alegrias e minha simpatia por este é inversamente proporcional a minha pelo anãozinho Dunga. A foto feita para o Blog é de um doce Dunga, literalmente, pois é todo feito de açúcar.

Os Sete Anões é um grupo de personagens que aparece no conto de fadas escrito pelos irmãos Grimm chamado Branca de Neve, celebrados na animação da Disney do final da década de 1930 como Branca de Neve e os Sete Anões. São eles Soneca, Dengoso, Feliz, Atchim, Mestre, Zangado e o nosso personagem Dunga, o único dos anões que não possuía barba.

Dunga (Dopey no original) tem uma aparência dócil e amável, mas é muito desajeitado e infelizmente não fala. Gosta de ficar atoa e enrolando, adora música e de dançar com a Branca de Neve.  Ele  é o mais jovem dos sete e  muitas vezes é  alvo das piadas dos outros anões, e suas ações bobas e lúdicas, acabam por irritar o pomposo Mestre e o pavio curto Zangado. 

Ele não é estúpido, mas simplesmente age como uma criança ou um cão. Embora, ocasionalmente, choramingue, ria ou soluce, mas sempre sem  falar. Talvez por tudo isso, Dunga se tornou o anão mais popular dos sete anões entre o público.  Sem dúvida alguma, ele dança ao som de sua própria música e embora não pronuncie uma só palavra, ele sempre se faz notar, observando o mundo através de seus olhos infantis, atentos e curiosos.

Quando Walt Disney anunciou em 1934 que iria produzir um longa-metragem animado, a mídia considerou a ideia insensata, e certos de que o filme iria falhar, chamaram-no a de “a tolice de Disney”.  Era dito que as pessoas nunca suportariam ficar de 80 a 90 minutos assistindo as cores brilhantes da animação (supostamente machucariam os olhos) e piadas que deixariam todos cansados. Walt provou que eles estavam errados.  Branca de Neve e os Sete Anões foi o primeiro filme de animação produzido nos EUA, o primeiro totalmente a cores, o primeiro a ser produzido por Walt Disney e o primeiro filme dos considerados Clássicos Disney, sem falar do enorme sucesso de público e crítica.

Na produção do filme,  Dunga foi o anão que deu verdadeiras dores-de-cabeça aos artistas no começo da produção. Estava sendo muito difícil encontrar uma personalidade ao personagem assim como uma voz adequada. Testes de vozes foram feitos, mas estes soavam muito parecidos com a voz de Mestre. Então foi resolvido não dar voz á Dunga – não por ele ser mudo, mas pelo motivo dele nunca ter aprendido a falar. 

O problema da personalidade foi resolvido quando o animador Ward Kimball descobriu o ator Eddie Collins e o convidou para ir ao estúdio desempenhar de improviso um pouco das reações de Dunga no filme. Graças à interpretação de Collins, Dunga ganhou uma personalidade bem definida e se tornou um dos anões favoritos do pessoal da produção. Edie Collins também inspirou os passos de Feliz na dança da festa dos sete anões.

As vezes não precisamos falar para passar a emoção, a sinceridade e o amor de nossos corações.

Até a próxima,
                        Amo vocês,
                                           Marcel Peixoto.

terça-feira, 27 de maio de 2014

POST 145/2014 - UMA BRANCA DE NEVE MUITO ESPECIAL


Olá... Domingo é muito melhor se temos uma festinha no final da tarde, contudo se torna ainda mais especial se na festa encontramos a nossa Branca de Neve mais querida.  A nossa modelo do Blog de hoje é a Fernanda Lima, que obviamente nada tem haver com a musa da Copa, mas para mim é tão charmosa quanto.

A nossa Fernanda Lima, completou seis anos de idade e mora no meu coração. Quero aproveitar a oportunidade para contar a vocês, se é que é possível verbalizar sentimentos, o quanto amo essa menininha e toda a sua família. 

Tudo começou no meu jardim de infância, no final da década de 60 (nossa!!! até eu me assustei com isso). Bem,  mas foi na minha salinha, que conheci uma pessoa maravilhosa, que logo se tornou meu amigo e com o passar do tempo um dos meus melhores amigos. Tenho muito orgulho de dizer que essa amizade cresceu tanto, que já não o considero mais amigo e sim um irmão. 

Esse amigo tem mais três irmãos, que com o passar do tempo, também me adotaram como irmão... Um deles é o pai da Fernanda.   Ele por sua vez, se casou com uma pessoa muito querida por nós e solidificou de vez a nossa amizade, estreitando nossos laços de relacionamento.

Após alguns anos de casados, veio a gravidez e dela um convite inesperado para eu e minha esposa nos tornárssemos padrinhos da menininha que estava por vir.  Já éramos padrinhos de uma linda menina, que hoje já é até mãe, mas para o momento em que vivíamos, esse convite nos trouxe extrema felicidade.  Eu pessoalmente já sentia falta de criança ao meu redor... Estava "velho" para ser pai novamente e muito novo para ser avô, então sermos padrinhos foi a realização pessoal que precisávamos.  

Quando a Fernanda nasceu, tive a oportunidade de ir ao Hospital e como bom padrinho levei tacinhas e uma garrafa de um bom licor para comemorarmos... Preciso confessar que a turma bebe tanto, que essa garrafa deve está acima da metade até hoje.  Mas isso foi um detalhe, diante de nossa felicidade ao receber essa linda criança.

Resumindo, somos muito gratos por termos sido escolhidos como padrinhos e encaramos isso com muita responsabilidade e amor.  O resultado de nosso desempenho veio alguns anos depois, quando fomos surpreendidos mais uma vez com um segundo convite, agora para sermos padrinhos do segundo filho, outra dádiva  para nós.

Bom, comecei a escrever pensando em falar da Branca de Neve, mas isso vai ficar para outra oportunidade. Parabéns querida Fernanda, pelos seus seis aninhos!!!  Pedimos a Deus que nos dê saúde para que possamos acompanhar de perto todas as realizações de sua vida.  Nós te amamos.

Até a próxima,
                       Amo vocês,
                                         Marcel Peixoto.